terça-feira, 12 de abril de 2011

Da fantasia à realidade

Uma parte de ti morreu e desapareceu com o tempo. A outra, ficou intacta e preencheu-se com uma outra parte qualquer, que agora as duas juntas são tu. Um tu diferente.
A única coisa que não mudou assim tanto, foi de certeza os teus lábios, os teus seios, a forma do teu corpo.
O que mudou? O brilho dos teus olhos, o teu cabelo, a tua  forma de sorrir, a tua forma de me enganar, a tua forma de ser feliz. Resumindo, mudas-te.
Já não és quem eu pensava que eras. Certamente nunca confias-te em mim tanto como eu confiei em ti. Eu feito idiota pensava que tudo aquilo era verdade, deixei-me seguir e procurei mais por ti. Magoei-me, pois cai na realidade.
Mas a culpada não és tu. O culpado sou eu. Desvendei a verdade sem a tua permissão. Queria as respostas para aquilo que desconfiava! E tive-as! Não foste tu que me as disseste, mas essas palavras eram tuas.
Não me arrependo de te ter conhecido, pois fizeste-me feliz durante muito tempo. Enquanto dura tudo é bom, não é assim verdade? E depois tudo o que vêm depois doí sempre mais, ou assim aparenta ser.
Eu ainda não entendi porque estou a escrever aqui ainda, tu nunca irás ler nem eu quero que leias! Para quê te dizer? Para quê saberes algo que já sabes? Não quero que digas que sou um idiota que seguiu apenas o sentimento mais traiçoeiro do universo.
"Foi nesse dia  que percebi nada mais por nos havia a fazer." ... " " Não se ama alguém que não ouve a mesma canção. " ( Rui Veloso - Anel de Rubi )

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